Do Plantão INFO: A capa da invisibilidade 'espaço-tempo'.
Trecho: "A capa da invisibilidade 'espaço-tempo' abriria um corredor temporário através do qual energia, informação e matéria poderiam ser manipuladas ou transportadas sem serem detectadas".
Não é bem a capa da invisibilidade. A luz não vai simplesmente atravessar a matéria. Ela vai poder ser manipulada, mas apenas sua velocidade, não a direção. Ou seja, se você estivesse usando uma capa produzida com a técnica e se movesse, pareceria que estaria se movendo quadro-a-quadro. Isso é feito com metamateriais. Sem dúvida, eles vão revolucionar o século XXI.
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Vida eterna
Do Info Notícias: Cientistas revertem envelhecimento
Trecho: "O professor DePinho e sua equipe conseguiram o feito ao criar ratos com um gene especial que permitia controlar a enzima telomerase, responsável por manter as “capas” protetoras, chamadas telômeros, na ponta dos cromossomos".
Estão no caminho certo. Telômeros! Quando chegarmos lá, haverá problemas morais quase intransponíveis.
Trecho: "O professor DePinho e sua equipe conseguiram o feito ao criar ratos com um gene especial que permitia controlar a enzima telomerase, responsável por manter as “capas” protetoras, chamadas telômeros, na ponta dos cromossomos".
Estão no caminho certo. Telômeros! Quando chegarmos lá, haverá problemas morais quase intransponíveis.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
O custo da alfabetização para o cérebro
Do Jornal da Ciência: O custo da alfabetização, artigo de Fernando Reinach.
Trecho: "Esses resultados mostram que a alfabetização, tanto de crianças quanto de adultos, melhora o rendimento de muitas atividades do cérebro. Mas a alfabetização tem um custo: a capacidade diminuída de reconhecer faces. Isso sugere que a parte do cérebro que utilizamos para ler e escrever é, em parte, aquela que nossos ancestrais utilizavam para reconhecer sentimentos expressos nas faces dos membros de sua tribo. Se hoje não reconhecemos visualmente a angústia na face de um amigo, não temos dificuldade em ler o e-mail em que ele nos conta que está angustiado".
E eu pensei que é porque eu era nerd.
Trecho: "Esses resultados mostram que a alfabetização, tanto de crianças quanto de adultos, melhora o rendimento de muitas atividades do cérebro. Mas a alfabetização tem um custo: a capacidade diminuída de reconhecer faces. Isso sugere que a parte do cérebro que utilizamos para ler e escrever é, em parte, aquela que nossos ancestrais utilizavam para reconhecer sentimentos expressos nas faces dos membros de sua tribo. Se hoje não reconhecemos visualmente a angústia na face de um amigo, não temos dificuldade em ler o e-mail em que ele nos conta que está angustiado".
E eu pensei que é porque eu era nerd.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Ainda há muita Amazônia a ser descoberta
Do Jornal da Ciência: Garimpeiro acha dente de elefante no sul da Amazônia.
Trecho: "A coisa ainda estaria nesse pé se não fosse por Chico da Pampa, garimpeiro que, no começo dos anos 1990, doou o fóssil que achou em Porto Velho a Miguel Sant'Anna, do Laboratório de Paleontologia da Unir. Anos depois, Nascimento estava catalogando fósseis no laboratório quando percebeu as estruturas laminares no dente. 'Logo pensei em elefantes', diz.".
Na nossa Amazônia ainda há muito que ser explorado. O problema é que o solo da floresta (além da endêmica falta de dinheiro para pesquisa) não deixa. Há alguns anos li que pode ter havido algo como um deserto no que hoje é a floresta. Se for mesmo, é um bom sinal. Significa que tá tudo lá, preservado, pronto pra ser encontrado.
Mas isso, obviamente, quando o Brasil deixar de pensar que a Amazônia é só um monte de mato com uns ribeirinhos dentro. Aqui estão alguns dos grandes tesouros da humanidade. Do passado, do presente e do futuro.
Trecho: "A coisa ainda estaria nesse pé se não fosse por Chico da Pampa, garimpeiro que, no começo dos anos 1990, doou o fóssil que achou em Porto Velho a Miguel Sant'Anna, do Laboratório de Paleontologia da Unir. Anos depois, Nascimento estava catalogando fósseis no laboratório quando percebeu as estruturas laminares no dente. 'Logo pensei em elefantes', diz.".
Na nossa Amazônia ainda há muito que ser explorado. O problema é que o solo da floresta (além da endêmica falta de dinheiro para pesquisa) não deixa. Há alguns anos li que pode ter havido algo como um deserto no que hoje é a floresta. Se for mesmo, é um bom sinal. Significa que tá tudo lá, preservado, pronto pra ser encontrado.
Mas isso, obviamente, quando o Brasil deixar de pensar que a Amazônia é só um monte de mato com uns ribeirinhos dentro. Aqui estão alguns dos grandes tesouros da humanidade. Do passado, do presente e do futuro.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Filmes de nanoestruturas
Do Jornal da ciência: Dupla faz tomografia 4D em estrutura de carbono
Trecho: "Para descrever uma estrutura, basta uma foto ou uma maquete. Mas para saber como algo se comporta, é necessário um 'filme'. Foi o que os cientistas fizeram com nanotubos de carbono, mostrando como se movem e reagem."
Tá aí mais uma tecnologia para revolucionar a medicina do século XXI e permitir a ampliação das fronteiras da ciência.
Trecho: "Para descrever uma estrutura, basta uma foto ou uma maquete. Mas para saber como algo se comporta, é necessário um 'filme'. Foi o que os cientistas fizeram com nanotubos de carbono, mostrando como se movem e reagem."
Tá aí mais uma tecnologia para revolucionar a medicina do século XXI e permitir a ampliação das fronteiras da ciência.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
É possível viajar às estrelas?
Do Info Plantão: Rumo às estrelas.
Trecho: "[...] o físico Jia Liu, da Universidade de Nova York, apresentou seu projeto de uma espaçonave movida a matéria escura. Logo depois, os matemáticos Louis Crane e Shawn Westmoreland, da Universidade do Estado de Kansas, em Manhattan, propuseram planos para uma nave movida por um buraco negro artificial."
Comentário: Certamente viajar é possível, nem que seja na maionese. Mas o artigo é interessante.
Trecho: "[...] o físico Jia Liu, da Universidade de Nova York, apresentou seu projeto de uma espaçonave movida a matéria escura. Logo depois, os matemáticos Louis Crane e Shawn Westmoreland, da Universidade do Estado de Kansas, em Manhattan, propuseram planos para uma nave movida por um buraco negro artificial."
Comentário: Certamente viajar é possível, nem que seja na maionese. Mas o artigo é interessante.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Robô com cérebro
Da Terra Tecnologia: Com implante de tecido humano, robô pode se locomover sozinho.
Trecho: "Os picos de atividade elétrica dos neurônios foram então conectados à saídas de sensores de distância do robô, que se mostrou capaz de se locomover sem encostar nas paredes, demonstrando que o organismo deu ao robô uma significante capacidade de tomada de decisões. O 'senso direcional' do robô foi aprendido pelo pequeno cérebro e não previamente programado por software.".
Duas considerações importantes:
1 - os cientistas estão brincando de deus - até que enfim alguém descobriu pra que serve o neurônio. Lembrei agora que, na Idade Média, se faziam transfusões de sangue a partir de macacos. É quase a mesma coisa. Estamos fazendo testes básicos com algo que se conhece um pouquinho para ver no que dá. Quem disse que na ciência tudo é preciso? Às vezes, deve-se brincar de misturar um negócio com outro pra ver no que dá;
2 - a nanotecnologia "natural" é foda - que maravilhoso nanoequipamento é esse, o neurônio. Só não é mais deslumbrante que o DNA, outro milagre da tecnologia natural/ET/criacionista.
Trecho: "Os picos de atividade elétrica dos neurônios foram então conectados à saídas de sensores de distância do robô, que se mostrou capaz de se locomover sem encostar nas paredes, demonstrando que o organismo deu ao robô uma significante capacidade de tomada de decisões. O 'senso direcional' do robô foi aprendido pelo pequeno cérebro e não previamente programado por software.".
Duas considerações importantes:
1 - os cientistas estão brincando de deus - até que enfim alguém descobriu pra que serve o neurônio. Lembrei agora que, na Idade Média, se faziam transfusões de sangue a partir de macacos. É quase a mesma coisa. Estamos fazendo testes básicos com algo que se conhece um pouquinho para ver no que dá. Quem disse que na ciência tudo é preciso? Às vezes, deve-se brincar de misturar um negócio com outro pra ver no que dá;
2 - a nanotecnologia "natural" é foda - que maravilhoso nanoequipamento é esse, o neurônio. Só não é mais deslumbrante que o DNA, outro milagre da tecnologia natural/ET/criacionista.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Novo Material: Hidrogênio Metálico
Do Info Plantão: A um passo do hidrogênio metálico.
Trecho: "O objetivo era gerar condições sob as quais o hidrogênio, aliado a outro material, pudesse se tornar realmente metálico, e também um supercondutor, a pressões menores que aquelas exigidas pelo hidrogênio puro. Durante as pesquisas, foi criado o composto SiH4(H2)2".
Fico imaginando a quantidade de materiais possíveis pela combinação dos poucos "modelos" de átomos existentes. Ainda estamos na infância de nossa química. Esta semana mesmo saiu outra matéria referindo-se ao alumínio transparente.
Trecho: "O objetivo era gerar condições sob as quais o hidrogênio, aliado a outro material, pudesse se tornar realmente metálico, e também um supercondutor, a pressões menores que aquelas exigidas pelo hidrogênio puro. Durante as pesquisas, foi criado o composto SiH4(H2)2".
Fico imaginando a quantidade de materiais possíveis pela combinação dos poucos "modelos" de átomos existentes. Ainda estamos na infância de nossa química. Esta semana mesmo saiu outra matéria referindo-se ao alumínio transparente.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Ciência revê conceitos
Do InfoPlantão: Ciência superestimou tamanho de dinossauros.
Trecho: "[...] o artigo Allometric equations for predicting body mass of dinosaurs defende a tese de que o modelo estatístico usado há mais de 25 anos por paleontólogos apresenta falhas graves em sua metodologia".
Imagino que algumas das bases de nossas ciências estejam precisando de revisão. Na verdade, se pararmos pra pensar, elas foram criadas em experiências simples há mais de um século. Lembrei agora sobre uma notícia no Jornal da Ciência que a quantidade de neurônios no cérebro foi revista por uma pesquisa brasileira.
Trecho: "[...] o artigo Allometric equations for predicting body mass of dinosaurs defende a tese de que o modelo estatístico usado há mais de 25 anos por paleontólogos apresenta falhas graves em sua metodologia".
Imagino que algumas das bases de nossas ciências estejam precisando de revisão. Na verdade, se pararmos pra pensar, elas foram criadas em experiências simples há mais de um século. Lembrei agora sobre uma notícia no Jornal da Ciência que a quantidade de neurônios no cérebro foi revista por uma pesquisa brasileira.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Macacos raciocinam
Do Ambiente Brasil: Macaco-prego é capaz de inventar atalhos pela mata, dizem pesquisadoras.
Trecho: "[...] Ou seja, os macaquinhos não escolhem qualquer canto para dormir. Eles planejam as suas atividades futuras. As pesquisadoras enxergam os resultados como um golpe no antropocentrismo. 'A gente superestima a capacidade humana, achamos que ela é supercomplexa', diz Patrícia Izar, psicóloga experimental da USP e orientadora do estudo".
Da mesma forma que na notícia anterior, eu posso dizer que já sabia.
A memória funciona por meio de nanotecologia, tão perfeita que nem sonhamos ainda em fazer nada igual (por isso sua estranheza ao ler a frase). O objetivo dela é armazenar conhecimento, organizar, selecionar o importante e esquecer o resto. Isso para não dizer que a finalidade é dar suporte a outros sistemas do corpo. Pense no corpo como uma máquina. Alguns componentes dos animais de outras espécies são iguais, ou parecidos.
Isso indica (e apenas indica) duas coisas:
1) que os seres vivos estão todos conectados pela evolução;
2) que o ser humano é apenas um degrau da evolução, não necessariamente o último.
Trecho: "[...] Ou seja, os macaquinhos não escolhem qualquer canto para dormir. Eles planejam as suas atividades futuras. As pesquisadoras enxergam os resultados como um golpe no antropocentrismo. 'A gente superestima a capacidade humana, achamos que ela é supercomplexa', diz Patrícia Izar, psicóloga experimental da USP e orientadora do estudo".
Da mesma forma que na notícia anterior, eu posso dizer que já sabia.
A memória funciona por meio de nanotecologia, tão perfeita que nem sonhamos ainda em fazer nada igual (por isso sua estranheza ao ler a frase). O objetivo dela é armazenar conhecimento, organizar, selecionar o importante e esquecer o resto. Isso para não dizer que a finalidade é dar suporte a outros sistemas do corpo. Pense no corpo como uma máquina. Alguns componentes dos animais de outras espécies são iguais, ou parecidos.
Isso indica (e apenas indica) duas coisas:
1) que os seres vivos estão todos conectados pela evolução;
2) que o ser humano é apenas um degrau da evolução, não necessariamente o último.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Diferença entre animais e humanos diminui
Da Terra: Animais também sentem remorso, dizem pesquisadores.
Trecho: "Os últimos dados vêm de análises de cérebros de macacos que tentavam ganhar um suco como grande prêmio ao adivinhar onde ele estava escondido. Quando os macacos escolhiam errado e a localização do prêmio lhes era revelada, os neurônios de seus cérebros claramente registravam arrependimento, segundo neurobiólogos da Universidade Duke que recentemente reportaram o experimento na Science".
Meu comentário, em versão reduzida, é o seguinte: EU JÁ SABIA.
Quando descobrimos a evolução, percebemos que não há diferenças entre animais irracionais e o homem, a não ser alguns mecanismos diferenciados. Pode-se dizer que apenas de complexidade, e não da composição da máquina. A diferença, descrita apenas no conhecimento popular, é a de que o ser humano possui alma e o animal não. Apesar de ninguém sequer saber descrever alma.
Trecho: "Os últimos dados vêm de análises de cérebros de macacos que tentavam ganhar um suco como grande prêmio ao adivinhar onde ele estava escondido. Quando os macacos escolhiam errado e a localização do prêmio lhes era revelada, os neurônios de seus cérebros claramente registravam arrependimento, segundo neurobiólogos da Universidade Duke que recentemente reportaram o experimento na Science".
Meu comentário, em versão reduzida, é o seguinte: EU JÁ SABIA.
Quando descobrimos a evolução, percebemos que não há diferenças entre animais irracionais e o homem, a não ser alguns mecanismos diferenciados. Pode-se dizer que apenas de complexidade, e não da composição da máquina. A diferença, descrita apenas no conhecimento popular, é a de que o ser humano possui alma e o animal não. Apesar de ninguém sequer saber descrever alma.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Europa (a lua) pode ter vida? A Antártida sugere que sim
Do G1: Micróbios na Antártida aumentam chances de encontrar vida extraterrestre.
Trecho: "Apesar do isolamento, do frio e da completa falta de oxigênio, os micróbios conseguem usar elementos na água e na rocha debaixo da geleira para sobreviver e prosperar. As condições lembram vagamente as existentes em locais como Europa, a lua gelada de Júpiter que possui um oceano debaixo de uma grossa camada de gelo.".
Duas coisas são importantes aí. A primeira é a óbvia, a possibilidade de existir vida em outros locais usando processos químicos estranhos a nós.
A segunda, menos óbvia, é a seguinte: parece que essas bactérias deliberadamente mudaram seu DNA para se adaptar ao meio. Não foi uma mudança aleatória. Se fosse assim, as outras bactérias, de outros pontos, também teriam chegado a este mesmo estágio evolutivo, e esse braço da vida seria comum. Só que a ciência não pode explorar essa suposição, porque seria admitir uma inteligência na evolução.
Trecho: "Apesar do isolamento, do frio e da completa falta de oxigênio, os micróbios conseguem usar elementos na água e na rocha debaixo da geleira para sobreviver e prosperar. As condições lembram vagamente as existentes em locais como Europa, a lua gelada de Júpiter que possui um oceano debaixo de uma grossa camada de gelo.".
Duas coisas são importantes aí. A primeira é a óbvia, a possibilidade de existir vida em outros locais usando processos químicos estranhos a nós.
A segunda, menos óbvia, é a seguinte: parece que essas bactérias deliberadamente mudaram seu DNA para se adaptar ao meio. Não foi uma mudança aleatória. Se fosse assim, as outras bactérias, de outros pontos, também teriam chegado a este mesmo estágio evolutivo, e esse braço da vida seria comum. Só que a ciência não pode explorar essa suposição, porque seria admitir uma inteligência na evolução.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Cienstistas vivem intrigados
Duas notícias go G1: Mancha de 12,9 bi de anos no Universo intriga cientistas e Baixa atividade do sol intriga astrônomos.
Acho excelente que novos estudos encontrem falhas nas teorias clássicas. Só assim, poderemos melhorar os modelos que descrevem o universo. Na verdade, uma teoria é válida até o momento em que encontram uma mais verossímil, que aproxima-se mais da realidade.
Como dizia Issac Asimov, "A frase mais deliciosa de se ouvir na ciência, aquela que anuncia descobertas, não é Eureka, mas... Que engraçado".
Acho excelente que novos estudos encontrem falhas nas teorias clássicas. Só assim, poderemos melhorar os modelos que descrevem o universo. Na verdade, uma teoria é válida até o momento em que encontram uma mais verossímil, que aproxima-se mais da realidade.
Como dizia Issac Asimov, "A frase mais deliciosa de se ouvir na ciência, aquela que anuncia descobertas, não é Eureka, mas... Que engraçado".
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